#169: Novo Report: Um novo planeta chamado Pix - 5 anos - Versão inglês
W FINTECHS NEWSLETTTER #169
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Um novo planeta foi descoberto. E ele já movimenta três trilhões de reais por mês.
Durante anos, o Brasil girou em torno de velhas órbitas. O TED, DOC, boleto, cartão, cada uma tinha sua própria gravidade, seus limites e seus próprios atrasos. Mas em novembro de 2020, uma luz atravessou o espaço e abriu uma nova órbita de possibilidades. Essa luz se chamava Pix. Mas não foi um evento isolado. Na verdade, foi uma soma de inquietações, talentos e necessidades que o sistema financeiro brasileira vivia. Foi realmente como se estivéssemos presenciando, naquele momento, um alinhamento planetário.
Na semana passada, dia 3 de fevereiro de 2026, a W Fintechs publica um estudo completo sobre os cinco primeiros anos desse planeta. O report é dividido em três capítulos. Começamos reconstruindo o passado. Como os meios de pagamento foram evoluindo. Como o Brasil foi se organizando, regulando e testando diferentes meios de pagamentos. Depois, mergulhamos na chegada do Pix. Seus bastidores, a sua arquitetura, seus primeiros dias de vida. Por fim, entramos nas camadas mais recentes: os impactos sociais, a evolução funcional, a sua internacionalização e os novos satélites que orbitam esse ecossistema.
Para contar essa história, trouxemos quem viveu tudo isso de perto. Leandro Piano, da Belvo, comenta como os iniciadores de pagamentos, uma de suas funcionalidades, estão deixando os pagamentos cada vez mais invisíveis. Matheus Rauber, do Banco Central, compartilha como o regulador tem integrado o Pix e Open Finance em uma agenda evolutiva de inovação. Ana Carla Abrão, CEO do Open Finance Brasil, mostra como o Pix abriu caminho para um novo modelo de interoperabilidade de pagamentos e dados. E Daniel Ruhman, CEO da Cumbuca, que trouxe perspectivas de como uma empresa estrangeira poderia operar dentro deste ecossistema.
Hoje são mais de 6,9 bilhões de transações por mês. O ticket médio já ultrapassa os 460 reais. São 178 milhões de usuários ativos. Nove em cada dez são pessoas físicas. E mesmo com todo esse volume, o Pix ainda tem espaço para crescer. Em um único mês, ele já movimenta mais do que o PIB da Argentina.
Mostramos também como as engrenagens funcionam. A liquidação instantânea, o SPI, o DICT, o RSFN.
E detalhamos as principais funcionalidades lançadas nesses cinco anos. Pix Saque, Pix Troco, MED 1.0 e 2.0, Pix Automático, NFC, Pix Cobrança com vencimento e o Pix em Garantia. Como os golpes evoluíram. Como o Banco Central respondeu. Como funciona o MED 2.0 e quais são os fluxos reais de contestação. Também mapeamos o ecossistema de seguros que surgiu em torno do Pix. Bancos e fintechs começaram a oferecer proteções contra roubo, coação, transações indevidas.
Outro destaque é o crédito. Mostramos como o Pix começou a ser usado como ponto de partida para financiar compras. E como players como Nubank, Mercado Pago e Pagaleve vêm testando diferentes modelos. Parcelamentos em 4x sem juros, opções em 12 ou 24 vezes com taxas de até 9% ao mês.
Além disso, o documento traz comparações com outros sistemas de pagamentos ao redor do mundo. Apesar do Pix ter se inspirado no UPI, da Índia, sua forma de operar é muito mais inclusiva e ampla. Ainda que o UPI tenha uma participação ativa de TPPs dentro do seu ecossistema, diferente da parcela de participação do Pix, onde o ecossistema de ITP está em desenvolvimento.
São 88 páginas ilustradas, com gráficos, linhas do tempo, fluxos visuais e linguagem para pessoas técnicas e não técnicas, que buscam entender a fundo como o Pix realmente se consolidou no cotidiano do brasileiro, e o por que.
Se você quer entender o Pix de verdade, leia o report completo. Que esse novo planeta continue se expandindo. E que a gente saiba explorá-lo.
Boa leitura!
Agradecimentos especiais aos patrocinados Belvo, Cumbuca e Boyce Data.
Saúde e paz,
Walter Pereira
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Disclaimer: As opiniões expressas aqui são de total responsabilidade do autor, Walter Pereira, e não refletem necessariamente as opiniões dos patrocinadores, parceiros ou clientes da W Fintechs.







